Durante entrevista ao programa Larga Brasa, nesta segunda-feira (04), o ex-vereador Marcos Papa se defendeu sobre as acusações de lavagem de dinheiro ao PCC (Primeiro Comando da Capital).
Segundo o próprio político, “essas coisas acontecem na vida do homem público”.
Ainda conforme justificado por Papa, “um colega de São Paulo me pediu para vir a Ribeirão Preto apresentar um sistema de emissão de notas. Disse trabalhar para uma empresa que fazia um sistema de emissão de nota para prefeituras utilizarem. Recebi essa pessoa em fevereiro de 2021. Ele saiu da reunião empolgado e escreve para o chefe dele: entramos em Ribeirão”, continuou.
Em afirmativa contínua, Papa afirma que, em seguida à reunião, nunca mais foi procurado pelo indivíduo em questão. “Para a minha felicidade, essa conversa está no meu celular. Como essa mensagem foi para o chefe dele e o chefe dele, ao que parece, é alguém envolvido, o meu nome está no meio”, completou o político.
“Eu nunca mais conversei com essa pessoa. A gente sempre tenta melhorar a vida do cidadão que mora em Ribeirão Preto e paga impostos”, disse. “Estou colaborando com a Justiça, como sempre fiz”, continuou Papa.
O Primeiro Comando da Capital é a maior facção do país e está presente em todos os estados brasileiros, além de também atuar em território exterior. O grupo foi fundado por detentos em agosto de 1993, dentro de um presídio de São Paulo.
O programa Larga Brasa é apresentado por Antonio Carlos Morandini e vai ao ar de segunda à sexta-feira, a partir das 9 horas. Assista pelos canais 32.1 e 522.
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